Wednesday, 19 December 2007

Bom Natal

Em nome do grupo de amigos que compõem este Blog a sua Administração deseja um bom Natal a todos os nossos visitantes...

Thursday, 13 December 2007

Mulheres Portugueses irritadas com as Garotas de Programa Brasileiras

Não se deve fomentar nenhum preconceito contra brasileiros, pretos, ciganos, amarelos, sexo, tendência sexual....Quando é que as pessoas descobrem que somos todos iguais, independentemente da cor da pele ou da nacionalidade.É normal todas as pessoas criticarem o racismo mas dizerem que odeiam a comunidade cigana... (Sem comentários!!)
É normal as pessoas emigrarem e eu sou contra que haja qualquer intrave à emigração por parte do nosso SEF (Quem sou eu só por ter nacionalidade Portuguesa para dizer que um Brasileiro/a não pode ter um emprego cá? ou simplesmente residir no meu País?!)Brasileiros que residem e trabalham cá não cuspam no Prato que comem, e ignorem as pessoas ignorantes que vos criticam...Não há pessoas classe A;B;C;D;E existe é pessoas incoerentes que as rotulam...Criticar a prostituição é ridiculo porque é das poucas profissões que não tende a desaparecer e conheço muitos poucos homens que não a tenham exprimentado... E existem de certeza muitas prostitutas brasileiras ou até portuguesas que dariam melhores mães de familia que muitas mulheres ditas honradas...Não critico portanto ninguem nem o modo de vida que as pessoas querem ter... critico apenas as pesssoas que criticam modos de vida ou de pensar; que nao interferem em nada com o seu modo de vida..."A nossa liberdade termina quando interferimos com a liberdade dos outros"

Friday, 23 November 2007

Machismo a tremer




Machismo é um sentimento que gosto definir como o de mandar nas emoções da pessoa que se penetra, seja física, seja idealmente. Com o corpo ou com as ideias. Sentimento de dominação do espaço social e dos afazeres. Comando sobre a lei costumeira e a lei positiva. Sentimento necessário, como o etnocentrismo, de pensar que somos os melhores, os que mais sabemos, os que entendemos o contexto e o definimos.
Machismo, conceito aplicável a toda idade e toda relação entre seres humanos, quando há um que diz e ao outro toca ver, ouvir e calar.
O machismo que treme, porém, não é o masculino do homem. É o masculino da economia que nos vê agir e nos manda comportar.
Os homens, habituados à forma patriarcal do comportamento social, ficam perdidos. Bem gostam de serem gentis e sedutores, oferecerem flores e carícias, visitarem, convidarem, apalparem...
A resistência é dura. A sedução é um comportamento distribuído de forma igual entre as pessoas. Até é difícil, num texto como este ou noutros semelhantes que tenho escrito, diferenciar entre homem e mulher. Entre heterossexual, bissexual, andrógino e outras classificações semelhantes.
A partir de Sábado 16 de Setembro do ano de 2006, no dia que a Holanda aprovou a lei de matrimónio entre pessoas do mesmo sexo lei justa e largamente esperada por tantos e em tantos países, como invoca o jornal que a anuncia - o machismo deixou de ser o privilégio dum sexo para passar a ser um conceito passível de ser aplicado a todos os que, na relação emotiva, comandam sem autoridade e com força subversiva.
Este é o machismo que levou muitos seres masculinos a perderem as pessoas femininas das suas vidas, por não terem entendido a liberdade real que essa pessoa companheira, merecia.
Pessoa companheira, a não entender essa liberdade; pessoa que deixa de ser companheira ao sentir que a sua liberdade não é que lhe esteja fechada: é que a não entende. Não entende como ser utilizada. Não entende como acompanhar e completar o outro ser que, no seu ver, a limita, a fecha, parece ser abandonada em casa.
A viver essas horas mortas de criar uma pequenada que mama, come, chora, procura meios para explorar a vida. Meios que apenas encontra no adulto que fica com essa criança, em casa. Seja uma ela ou um ele; seja uma mãe, um pai; Sejam duas mães, dois pais, avôs, uma empregada ou nana.
O machismo está a tremer e nós, a ficarmos sós, desamparados.
O sentimento social mudou e nós, adultos de hoje, criados na infância de ontem, não sabemos qual o modelo para nos orientarmos ou para dar apoio à geração seguinte, essa que pede conselho.
Qual é o que podemos dar? Será preciso reler Tomás de Aquino, Adam Smith , Milton Friedman? Autores por tantos ignorados e, no entanto, por todos praticados, saibamos ou não.

Barão

Friday, 5 October 2007

Pedro Barroso - Concerto a 20 de Outubro


Como fã incondicional deste Senhor, divulgo a realização dum concerto que terá lugar brevemente e a poucos Km daqui.
Apesar de pouco mediatizado, ele realiza vários espectáculos pelo país e continua com uma actividade musical digna de apreço e reconhecimento, sobretudo por parte da geração mais jovem do pós 25 de Abril, que pouco ou nada conhece das canções e baladas sublimes do PB ou dos seus poemas de virtuosismo raro. Os concertos deste Senhor são uma lição de Amor e Patriotismo, num ambiente intimista, onde se recompõe a miríade de sentimentos de alguma dignidade lusitana perdida e onde o ser romântico se (re)conforma às suas origens de expressão.
Uma das últimas bandeiras de uma Portugalidade idealista, guerreira, nobre e orgulhosa, em vias de extinção.

É dia 20 Out, às 21h30 no Teatro Caracas em Oliveira de Azemeis (bilhetes 5 euros).

Susana

Wednesday, 26 September 2007

Poema de Al Berto

Envolver-me na mais obscura solidão das searas e gemer
Amassar com os dentes uma morte íntima
Durante a sonolência balbuciante das papoulas
Prolongar a vida deste verão até ao mais próximo verão
para que os corpos tenham tempo de amadurecer

...colher em tuas coxas o sumo espesso
e no calor molhado da noite seduzir as luas
o riso dos jovens pastores desprevenidos...
as bocasdo gado triturando o restolho....
as correrias inesperadas
das aves rasteiras...

e crescerei das fecundas terras ou da morte
que sufoca o cio da boca......
subirei com a fala ao cimo do teu corpo ausente
transmitir-lhe-ei o opiáceo amor das estacões quentes.


PS: Postei algo que alguém que gosto muito me dedicou....
Rui aprende qualquer coisa com este senhor para eu conseguir ler o teu próximo livro...

José Augusto

Monday, 24 September 2007

Rosas


As rosas não reconhecem intimidades
aspiram sempre à condição de moldura ou de assinatura
a última rosa que te dei não te murchou
ainda te respiro nela.
Jose Augusto...